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Reflexão

Escolhas saudáveis: o caminho para a satisfação pessoal

Escolher está presente em nosso dia desde a hora que acordamos até nos deitarmos. Querendo ou não, escolher chega até nós! Escolher o que tomar no café da manhã, uma roupa, uma comida, um caminho no trânsito, um emprego, uma amizade, um amor etc. Escolhas simples, corriqueiras, outras pesadas e difíceis. Umas que envolvem somente nossas vidas, outras que envolvem várias vidas; e quando envolve pessoas queridas, das quais amamos, pode ser ainda mais complicado.

A verdade é que estamos diante de escolhas o tempo todo, pois mesmo quando não escolhemos algo, estamos fazendo a escolha de não escolher (mesmo que inconscientemente).

Conhecer nosso modo de fazer escolhas nos ajuda a compreender mais quem somos e, com isso, podemos ajustar nosso estilo de escolha para estarmos mais próximos de nós. Alguns preferem abster-se de fazer escolhas, às vezes, por não poder fazê-las naquele momento, ou por preferirem não assumir tal responsabilidade, ou até por nem saberem o que desejam. E muitos caem no movimento de dar inúmeras desculpas, justificativas e apontar N motivos para não escolher isso ou àquilo, mas na verdade estamos nos impedindo de viver mais satisfeitos e realizados, além de transferir a responsabilidade da nossa felicidade aos outros.

Escolher é assumir para si a responsabilidade daquela decisão, e, com isso, as consequências também. Para uns, escolher é ser colocado à prova, e para outros, pode ser uma oportunidade de satisfazer suas vontades e necessidades. Mas o que nos diferencia em nossos modos de fazer escolhas? Alguma vez você já parou para refletir sobre esse assunto, ou se questionou sobre tal dificuldade para decidir-se diante de algumas situações?

Voltemos um pouco para como esse assunto se introduz em nossas vidas. Ainda crianças, temos o adulto escolhendo por nós, nos direcionando sobre o que vamos comer, como nos vestir, onde estudar, qual viagem fazer, como nos relacionar com as pessoas etc. Nessa fase da vida isso é fundamental, pois uma criança não pode fazer todo e qualquer tipo de escolhas. Ela sabe muito pouco sobre si e sobre o mundo. À medida que cresce é importante que ela possa fazer algumas escolhas pertinentes ao seu contexto e idade, para que se aproxime de responsabilidades e aprenda as consequências, sejam boas ou não. Isso contribuiu para a construção de um bom auto suporte. A maneira como lidam com nossas escolhas, desde as mais remotas até as atuais, reforçam ou desvalorizam nosso modo de escolher.

Fazer escolhas nem sempre é fácil, mas ainda assim é possível. Nossas escolhas revelam o quanto estamos próximos de nós, ou vivendo em função dos Outros, ou respondendo a pressões sociais ou repetindo padrões familiares, por exemplo. O processo de psicoterapia fortalece o auto suporte individual para que, ao entrar em contato suas necessidades e seus desejos, a pessoa possa fazer escolhas que estejam de acordo com sua vontade.

E você, como se vê com as possíveis desculpas e justificativas para não fazer isso ou aquilo? Saia desse movimento e busque reconhecer o que realmente deseja, não espere dos outros o suporte que pode (e deve!) ser dado por você mesmo!

 

 

Costumo dizer que para fazer novas escolhas é necessário “desescolher” outras, que muitas vezes já não fazem mais sentido atualmente, mas se mantém por mero comodismo. Seja um emprego; um relacionamento que não é saudável; uma amizade que mais consome do que recarrega suas energias, dentre tantas coisas que só você poderá identificar.

Você é o único responsável pela sua felicidade! Busque ajuda de um psicólogo se ainda é difícil viver isso sozinho. O tempo passa e com ele a vida. Sempre é tempo de mudança!

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